Estamos constantemente assistindo a telejornais repletos de cenas tristes, desesperanças, falta de amor ao próximo. Somos massacrados com conteúdos malignos que drenam nossa energia e esperança.
Reverter esse quadro exige esforço consciente e práticas diárias que nos conectem ao melhor de nós mesmos e ao que há de bom no mundo. É urgente nossa transformação interior perante essa realidade negativa, para que possamos cultivar a felicidade.
Eu sempre tive minha irmã Ani como influenciadora do bem-estar para a construção de uma vida plena. Muitas vezes buscamos essa harmonia de maneira equivocada, associando-a apenas a conquistas externas. Quando nos aproximamos das pessoas com amorosidade interna, esse sentimento transborda em energia infinita, sem forma física, pura e completa.
Nós podemos ter a capacidade de amar sem interesse ou posse, sem contrapartida, assim como uma mãe ama seu filho. Isso nos faz transformar a própria vida e inspirar quem está ao nosso redor. Cultivar a esperança e a positividade são práticas que podem ajudar a materializar nossas virtudes diariamente.
Eu e Ani, desde cedo, já conhecíamos a força da energia positiva, da fé e da conexão amorosa. Quando almejávamos algo quase impossível, nós nos concentrávamos no poder interior e criávamos condições para que o universo conspirasse a nosso favor.
Essa positividade existe no ego de todos nós. Vamos observar e cuidar da qualidade do diálogo interno. Esse nosso amigo nos empodera ou nos condena. Esse é o ponto crucial.
Para cada experiência ruim, busquemos ativamente memórias que nos tragam alegria, gratidão e orgulho. Em cada emoção negativa, precisamos encontrar três positivas para neutralizá-las.
Nesse ambiente acolhedor, sem egoísmo controlador ou amor possessivo, sem nada exigir em troca, libertários, encontramos a felicidade coletiva, autêntica, que nasce de um coração em paz consigo mesmo.
Amorosidade interior não é moeda de troca nem uma condição plena elevada, mas sim cuidado, respeito, confiança. Fácil?
Inclua momentos de autocuidado, como ouvir música, ler, caminhar pela natureza ou praticar hobbies que alimentem a sua alma.
Lembremos sempre que temos, em nossa essência, uma faísca divina e uma diabólica que nos divide e separa – uma amiga ou uma inimiga. Esse é o desafio que enfrentamos diariamente e temos que superar para conquistar a plenitude da felicidade.
Dois beijos...