“Quando a lama virou pedra / E Mandacaru secou / Quando a ribaçã de sede/
Bateu asa e voou”. Essa é uma das letras musicais que remetem ao bioma da caatinga, vegetação típica do sertão. Que requer a força do nordestino, como já escreveu Euclides da Cunha: “O sertanejo é, antes de tudo, um forte.”
Mas também pode ser representada pelo mais nobre sentimento, o do amor atemporal. Como nos versos do cancioneiro Gonzagão: Mandacaru quando fulora na seca / É o sinal que a chuva chega no sertão / Toda menina que enjoa da boneca.
É sinal que o amor já chegou no coração.”
Eis o nosso sertão brasileiro na sua melhor representação. Lugar inóspito onde as Forças Armadas chegam, principalmente o Exército verde-oliva de Caxias. Pronto Emprego em desafiar os limites do corpo humano, a todos aqueles que se atreverem a fazer o curso de Caatinga.
Tal qual nas palavras de um guerreiro de selva, Capitão Duarte, de que se submeter a fazer o curso de Caatinga não é para qualquer um. Quando a sede bate… Um combatente do I Grupamento de Engenharia e Construção, pela insígnia do ombro, sabe bem o que é cuspir bala.