“Açaí Guardiã”
Bem que poderia ser um texto sobre academias de ginástica, de musculação para quem gosta de malhar mais pesado, muito em voga nesses tempos. Ou até mesmo para aqueles feito eu, deca’dentes dos anos 80 (a idade chegou), da geração saúde do “Tem que correr, tem que suar, tem que malhar” e/ou mais contemporâneo: “Saúde é o que o interessa, o resto não tem pressa”.
“Zum de besouro um ímã”
Porém, não somos nós, humanos, que temos pressa. Se pudéssemos, pararíamos o tempo nos momentos bons, mas o aperreado teima em correr para cumprir outros compromissos, já marcados com o destino; outro ser mui radical quando se trata de passar na cara os resultados. Ambos mancomunados; se um esquecer, o outro cobra a fatura sem dispensar os juros.
“Branca é a tez da manhã”
Resta apenas a nós, seus escravos, colhermos o que seja bom. Se o passado não pode retroagir… para os tempos do Cine São José, então alimentemos as nossas almas com as peças teatrais do Teatro Geraldo Alverga e, ao findar, nos dirijamos à próxima esquina para nos deliciarmos com açaí, servido por uma guerreira que honra o seu nome, Joana Darc, quiçá ao som de Djavan.