Desde a tragédia daquele fatídico dia 2 de junho de 2020, quando uma criança até então com seus cinco anos de idade caiu do nono andar do edifício em Recife, que a Justiça e notícias andam atreladas.
Seu nome, Miguel. De lá para cá, muitos “Ah, se...” foram ditos por muitos, inclusive por mim, que já escrevi umas três matérias sobre o caso. Buscando mostrar o que ninguém vê. Por sinal, que o garoto Miguel não começara a cair do edifício naquele dia, já vinha caindo desde que nasceu.
Mas vamos a mais um outro “Ah, se...”, pelo seguinte fato de que Miguel, após ter sido deixado sozinho no elevador pela patroa de sua mãe, chegou à área de maquinaria, acessou a janela e caiu. Perceberam o detalhe?
Havia uma janela aberta e ao alcance de uma criança, com um espaço livre até o chão. Ou seja, haveria mais culpados nesse caso? A resposta está no resultado da seguinte pergunta: A janela ainda continua do mesmo jeito? Se não continua, quer dizer então que...
Tire cada um as suas próprias conclusões, pois a minha já tenho; se fechada agora... Ah, por que não o fizeram antes? Por último... Ah, se o menino Miguel não tivesse tido apenas o mero nome de anjo, se também tivesse asas...