Caramba, carácolis, carambola. Hoje a colheita foi satisfatória. Desde cedo. Trafegando do brejo ao litoral. Apreciando as paisagens, plantações de encher buchos, pastagens de gados. Consegui escrever quatro crônicas e, agora pela noite, essa em questão é a quinta. Todas sobre a minha visita a Guarabira sem Sá.
Digo que nem mesmo o cachorro caramelo, vira-lata de rua faminto, correria de modo recorde a uma tigela cheia de comida. Nem as caravelas de séculos atravessariam os sete mares em busca de tesouros, da preciosa madeira brasileira, tal como lecionou de modo maestrino o confrade Raniery Augusto, prendendo a atenção das caricaturas por Elias, o cara.
Bem como, citou os caras pálidas, que se apressaram na busca da índia mais bonita das de pele morena curtidas de sol, causadora de brigas entres reis (menos do pacífico Artur) contra plebeus, da cidade de Serra da Raiz até Portugal. Dito sem titubeios, seria a índia Iratembé mais bela do que a Iracema, a virgem dos lábios de mel, de José de Alencar. Ambas com nomes começado pela letra “I”, só me resta finalizar com… Iiii!!!