Parece muito obvio que a rede seja para deitar. Mas não quer dizer que não se possa sentar. Mas se só puder sentar e não deitar, por conta e gosto da própria rede? Isso parece por demais confuso, não? Mas essa rede de intrigas entre o dono e a rede começou no final do ano passado, no findar do mês novembrino.
Fui comprar uma rede para presente, o que se transformou em de grego. Toda bonita, de algodão, bordada; só os punhos um pouco grandes para o ambiente que seria armada. Mas nada que uma compra de redutores nas lojas virtuais não resolva. Pronto, agora é somente deitar e dormir no balanço ao som rangedor do nheeec!
Quem dera fosse fácil assim, pois a dita cuja resolvia expulsar todos que tentassem se acomodar no seu recôndito. Bastava se deitar e mais que de repente se sentar. Parecia mais que se estava num sofá ou numa redefá. Se é que existe esse tipo. Se não, pelo menos eis que surge uma neologia.
Sem ter jeito que desse jeito, fui com a rede rebelde à casa dos seus pais para devolvê-la já que não estava cumprindo com as suas obrigações (Eca! Piada mais antiga e sem graça). Chegando lá, fui recebido pelo senhor da casa, Luciglaidson, no que ouviu atenciosamente a minha reclamação.
Pediu para olhar, constatou que o erro de fábrica estava num dos lados da rede maior. Imediatamente deu-me uma nova, do mesmo modelo e cor. Desculpou-se e disse que qualquer coisa poderia voltar. Sim, o jovem mostrado também na foto trata-se do seu filho Nykolas, de quando me vendeu. Todo bom tratamento merece registro nas redes sociais.