Quem poderá nos socorrer nessa semana santa tão cheia de emoções negativas e positivas. “Ainda bem... Que o bem também se espalha”. Dayana Menezes. Num período em que se louva a decisão em prol da humanidade, tomado por uma certa jovem, que sem dúvida, deve ter-lhe custado algumas noites de insônia. Pois, como explicar o inexplicável. Principalmente no mundo machista da época, sim, posto ser ainda hoje.
Ao passo que tivemos exatamente na quarta-feira de trevas, uma luz no fim do túnel, de quando ocorreu a primeira promoção de uma mulher ao generalato de nosso país; eis que um jogador de futebol mui conhecido pelos seus gols e também pelas quedas, tropeçou feio na língua. Acusou um árbitro, após receber cartão amarelo, de ter acordado de ‘chico’. Traduzindo para os neófitos de hoje... menstruado. Mas pelo calor do momento, já deve ter se arrependido, e... estamos ou não na semana santa?
Muito embora, temos dois personagens para apelarmos nesses casos. O primeiro saía de uma caverna com o seu possante Batmóvel, como o próprio nome sugere, o Batman, homem morcego e seu fiel escudeiro Robin, que por tudo exclamava "Santa ingenuidade!", "Santo disfarce!". Antes de quase todas as frases para expressar surpresa. Ainda mais quando a cena costumava demandar cuidado pelo aparente perigo.
Ah, o outro, esse sim. Quando saiu da caverna, do túmulo, causou surpresa em muitos que não esperavam tal reviravolta. Tendo encontrado primeiro a quem? Sim, mulheres. Os homens estavam todos enclausurados, temerosos, com medo de terem o mesmo destino que o seu Mestre. Mas em detrimento dos machos, as fêmeas estavam lá, a postas, se de ‘chico’ ou não... mesmo que o sangue desse na canela. Santas mulheres. Todas.