Sim, temos super-heróis e heroínas. Os quais diariamente estão, literalmente, voando entre nós. Passam correndo para cumprirem o seu horário, para atender às necessidades dos outros, para não se atrasar em bater o ponto, para cuidarem de vidas, por vezes se esquecendo da própria. Muito embora, quase sempre, pouco se tem apercebidas tais boas ações.
Como não foi o caso de hoje, quando vi um super-herói colocar o seu uniforme. Por coincidência, frente a um painel afixado na lateral de uma banca de revistas, retratando os Super-Heróis da Liga da Justiça. Após caprichar no fardar, ajeitando a gravata, abordei Victor Leite e pedi-lhe autorização apara escrever uma matéria sobre aquela cena. Autorizado, tiramos uma selfie (autorretrato na nossa língua).
Daí, seguiu voando para o trabalho, não sem antes me recomendar de não esquecer de lhe enviar o link assim que publicado. Sou doido de não atender ao pedido de um super? Sim, quando pela aparência o chamei de super-homem, declarou-se trabalhador brasileiro. Conclusão: sabe por que ele não precisou se esconder para mudar de uniforme? Porque somos todos super-heróis brasileiros.