Já escrevi sobre, mas não custa relembrar, de quando criança, ao assistir ao “Cassino do Chacrinha”, na casa do vizinho, ficava constrangido quando o dono da casa, na frente da esposa, chamava as Chacretes de bicha boa. Pensava... “Nunca farei isso com minha mulher”. Cumpri.
Outra programação que ouvia diariamente no rádio de outro vizinho era a “Hora do Brasil”. Aquela introdução musical até hoje permeia as minhas lembranças e de tantos ouvintes pretéritos. De quando minha mãe dizia: “Esse menino vai ser político”. Mães também se enganam.
Por agora, leio que os assuntos de ambos os eventos vividos por mim na história estão intrínsecos numa questão política em favor das mulheres no chamado Projeto de Lei Contra Misoginia e Violência Vicária, que propõe a equiparação aos crimes de discriminação por raça.
Desta feita, o moído está sendo grande entre vários francos políticos. Cada um com a sua opinião. Nada diferente do que se deve esperar numa democracia. A discussão salutar diante de temas polêmicos. Tomara tudo se resolva a contento do benefício pleno às mulheres.