Bem antes dos Bananas de Pijama, conheci Ernani Banana, jogador do Vasco que vi atuar nos anos 80, no Almeidão, jogando contra o Botafogo. Lançou a bola para Roberto Dinamite, o centroavante artilheiro abriu as pernas, a bola passou, Ernani pegou do outro lado e golll leeegal.
Por esses tempos, conheci Elias. Sobrenome Banana? Não! Santos. Alguém que tem uma inteligência fora do comum. Pinta, canta, recita, o cabra é diferenciado. Sim, mas o que tem o tal artista a ver com banana? Será que ele canta, olha a banana, olha o bananeiro? Também. E se brincar responde em Mourão Voltado.
Mas seguindo, ouvi nas palavras do próprio que seu pai, de saudosa memória, pastor adventista, dias de sábado não acendia fogo, e o prato principal e único do dia era banana, à vontade. Tanto que até hoje, quando vê banana… só não manda a fruta plantar bananeira, porque periga dela vir para o seu quintal.
Porém, comecei a escrever essa crônica não apenas pela sua história, mas porque li nas redes sociais, por esse instante, além de ser dos frutos mais comuns do planeta, as bananas emitem antimatéria, por conta do Potássio-40, presente em seu interior, detalhe fascinante segundo a física.
O que talvez explique o dom extrassensorial do renomado artista, que vê o que ninguém consegue ver. Estava pensando, será que ainda dá tempo de correr atrás do prejuízo? Pois das três coisas das quais devemos fazer nessa vida… Tenho filhos, escrevi livros, posso plantar bananeiras.