Lembro-me dos jogos nos estádios onde centenas e centenas de veículos ficavam estacionados na porta e nas ruas adjacentes e por lá permaneciam intactos.
Tempos atrás eu ia às festas, bailes e comemorações e podia estacionar o meu carro nas imediações sem qualquer transtorno.
No passado, eu ia ao cinema, num sábado à noite qualquer, e voltava a pé com toda a tranquilidade.
Lembro-me de deixar a minha bicicleta no corredor de casa, dia e noite, sem nenhum problema. Aliás, o portãozinho de entrada não conhecia cadeado e a porta da cozinha ficava sempre aberta, com uma cadeira escorando para o vento não bater.
Aonde foi parar a minha Liberdade?
E a sua? E a de todos os brasileiros?
Nossas cidades estão mais modernas, estamos conectados em tempo real, mas, em muitos casos, esta conexão serve para chamar a polícia e para fazer filmes em situações degradantes para a vida, para a família e para a liberdade.
Aonde vamos parar?
Ainda existe um riacho Ipiranga?
Ainda existe a possibilidade de haver uma ruptura entre a ordem e o caos?
Podemos ter esperança?
Eu ainda acredito!
Eu ainda acredito que o bem vencerá o mal, que a virtude será maior que a imperfeição e que a paz reinará.
Para isso acontecer será necessário que esta Terra tenha um governante, que seja a Terra de Deus onde o bem prevalecerá.
Quando este tempo chegar, voltaremos a ter paz e segurança que são princípios de uma vida livre, de uma vida de liberdade.
(*) Empresário, palestrante e consultor em comércio varejista