No último dia Sete de Setembro comemoramos mais um aniversário da Independência do Brasil.
O descaso com a educação e o processo freiriano de emburrecimento da população chegou ao ponto das operações básicas, da mais simples conjugação verbal e do completo esquecimento da história brasileira.
A independência do Brasil tem ligações com coronéis desde o Século XVII, com os altos impostos do Século XVIII e, também, com as Guerras Napoleônicas.
Da chegada da Família Real, em 1808, até a sua partida, em 1821, muita coisa aconteceu. Destaque para Dona Leopoldina, primeira esposa de Dom Pedro I, uma mulher culta, articulada que foi, juntamente com Bonifácio de Andrada e Gonçalves Ledo, de profunda importância para a Independência.
Em agosto de 1822, os ânimos estavam acirrados; Portugal “dobrou a aposta” e a corda arrebentou.
A Maçonaria queria uma Constituição;
José Bonifácio e seus seguidores julgavam mais urgente aclamar D. Pedro imperador, e o príncipe queria a consolidação da liberdade brasileira.
Nos palácios e nas altas rodas, a pauta era a mesma. Já no chão de fábrica...
Aliás, atualmente algo está parecido, de contornos asquerosos e repugnantes.
Estamos vivendo momentos tensos, históricos e vergonhosos.
Algo parecido com o castigo imposto pelo pai e liberado pela mãe. Sinais cristalinos de uma má criação e do fim de um relacionamento.
Em 1822, ficamos livres da Corte Portuguesa, e desta feita que possamos nos ver livres daqueles que arrastam o Brasil para o lamaçal, possamos, vez por todas, dar um corte na Corte!