ARTICULISTAS

Um pouco da evolução do varejo

Fulvio Ferreira
Publicado em 18/02/2022 às 19:48Atualizado em 18/12/2022 às 18:10
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O mundo tem passado por profundas transformações; inclusive no varejo.

O Brasil viveu, ou melhor, sobreviveu de maneira incipiente até meados do Século XVIII. Para o varejo, o grande marco foi a chegada da Família Real em 1808. Tanto o 1º quanto o segundo reinados foram favoráveis para o comércio que, efetivamente, experimentou um crescimento. Porém, o grande salto ocorreu a partir do princípio do século passado, coincidindo com o início da industrialização brasileira, que surgiu na virada do Século XIX para o Século XX.

Não é necessário ser “muito velho” para se lembrar de várias lojas que se chamavam – ou ainda chamam – “casa fulano” ou “casa beltrano”. Isso porque não raro o comerciante montava a sua loja em anexo à sua própria residência. Havia várias portas, prateleiras e balcões. Tudo misturado e sem um grande ordenamento geral.

O conceito vitrine, ou seja, um espaço dedicado para se apresentar as mercadorias, surgiu nos anos 1940, por influência americana. De igual forma, as datas sazonais começaram a ser comemoradas na segunda metade da década de 40; a primeira homenagem foi o Dia das Mães, em 1948.

O conceito “pegue e pague”, ou autosserviço, surgiu em 1947, com o Frigorífico Wilson; já o self-selection surgiu no Brasil com a Loja Sears, em São Paulo.

O 1º grande supermercado foi o Sirva-se, também na capital paulista, e possuía gigantescos 800 metros quadrados.

O centro de compras, chamado no Brasil de shopping, teve como pioneiro o Shopping Iguatemi, em 1966.

De maneira geral, o grande salto do varejo brasileiro foi nos últimos 70 anos, após o final da Segunda Guerra Mundial. A tecnologia chegou nos anos 1970, mas ainda há muito a surgir, não só através dos equipamentos e softwares, mas, e principalmente, por meio da tecnologia do atendimento, que deve nortear empresários, gestores, gerentes e equipes de vendas e atendimento.

Treinadores de equipes, palestrantes e profissionais ligados aos recursos e talentos humanos se desdobram em mostrar que o cliente é Rei, que o cliente é a razão do varejo e, portanto, merece carinho, atenção e respeito. E tudo o mais para que tenha, dentro da loja, a melhor experiência possível.

Sejam bem-vindas ao varejo moderno todas as pessoas que gostam de pessoas e que enxergam no atendimento de excelência a melhor forma de vender mais, de fidelizar e de superar todas as expectativas dos clientes!

Fulvio Ferreira

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