ARTICULISTAS

Tem uma vaguinha aí?

Não adianta! A pobreza de espírito ainda reina neste sertão, muito mais do que a farinha e a mentalidade...

Marco Antônio de Figueiredo
Publicado em 05/11/2012 às 08:50Atualizado em 19/12/2022 às 16:29
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Não adianta! A pobreza de espírito ainda reina neste sertão, muito mais do que a farinha e a mentalidade sórdida de alguns, continua podre, interesseira, mesquinha e egocêntrica.

Enquanto Paulinho, Romeu, João Caldas, Túlio, Val, Deusdete, eu, Luiz Guaritá, o clube da “Luluzinha” do QG, os Marcos, Gilberto Rezende, Bracarense, Marias, Robertinho, Josés, Silvana Elias e alguns outros que nada cobraram ou pediram “se sentem contemplados, leves e vitoriosos por terem lutado pelos princípios de justiça, ética, trabalho e honestidade, não pelo fato de terem contribuído com uma pequena parcela de trabalho... mas principalmente por ver a verdade restabelecer... assim como a democracia e o direito de pensar”... é notório a existência dos “chupinsques”, carrapatos e sanguessugas da política que apressadamente, após sair o resultado das eleições 2012, buscaram adesivos do vencedor para colocar em seus carros e janelas, quando não, substituindo a foto do derrotado nas urnas pelo ganhador, fazendo questão de exibir e procurar festas e comemorações, dando a entender que apoiaram Paulo Piau desde o iníco da guerra da judicialização provocada pelo maior derrotado em todos os turnos, o quase ex-prefeito Anderson Adauto Pereira.

Quem leu o currículo completo de Paulo Piau, assim como  o livro “Minha Trajetória no Parlamento Mineiro” e acompanha até os dias atuais suas atividades no Parlamento Federal, sabe que nenhuma dificuldade ele terá em separar o joio do trigo, pois mesmo o “bem” e o “mal”, tendo sido “plantados” em um mesmo campo, germinado e crescido no mesmo ambiente, são coisas absolutamente diferentes em sua constituição.

Pelo que vimos e assistimos de camarote nesta semana pós-eleição foi o “corre-corre” e o “salve-se quem puder” dos oportunistas em nossa comunidade. São indivíduos que servem a qualquer governo, tanto faz desde que a vaguinha esteja garantida. Têm algumas figurinhas que, entra e sai governo, os caras estão lá com o velho discurso “sou técnico”, “tem uma vaguinha aí?”.

Chega de olharmos e vermos sempre as mesmas caras e focinhos. Dá enjoo e ânsia procurar a Administração Pública e sentir a mesma falsidade nas palavras e gestos dos “chefetes”, diretores e atendentes nas autarquias no centro administrativo.

Tá passando da hora de respeitar o cidadão e jogar para escanteio ou mesmo para fora do campo esses oportunistas de plantão, devolvendo à nossa terra, uma política honesta e com ética, pois não basta ter colaboradores a seu lado é preciso que eles saibam por que estão lá.

Diz Confúci “Homem superior é aquele que começa pôr em prática as suas palavras e em seguida fala de acordo com as suas ações”.

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