Escrevi recentemente um artigo sobre o “Caso Varginha”, que na terça-feira passada (20/01/2026) completou exatos 30 anos de muito mistério — e o dobro de sensacionalismo. Tive o cuidado de escrever cada frase sob o critério da isenção, buscando apenas apresentar os fatos tal como se mostram até hoje. Mesmo assim (o assunto é polêmico!), alguns amigos comentaram que temas como esse deveriam ser evitados. Seriam fantasias… estórias da Carochinha!
Em homenagem aos que assim pensam, decidi subir o sarrafo mais alguns centímetros. Hoje deixo de lado a preocupação com a isenção total e me permito uma digressão que alguns, creio eu, irão taxar de puro delírio. Paciência… vamos lá.
CENA 1
Em 8 de julho de 1947, no estado do Novo México, EUA, uma nave estranha, supostamente tripulada por seres extraterrestres, teria sofrido uma queda, deixando estilhaços pelo chão e alguns dos “tripulantes” ainda com vida. Tudo teria sido recolhido pelo Exército americano e levado para a base aérea de Fort Worth, no Texas.
CENA 2
Em 20 de janeiro de 1996, na zona rural de Varginha (MG), testemunhas afirmam ter visto a queda e os destroços de um objeto voador muito estranho, que também deixou estilhaços espalhados por uma grande área. Mais tarde e até no dia seguinte, a cidade presenciou um movimento inusitado de veículos e homens da Escola de Sargentos das Armas (ESA), de Três Corações, que teriam capturado seres extraterrestres em Varginha. Muitos ufólogos garantem que os restos da nave, bem como os seres (vivos e mortos), foram levados por um C-17, avião cargueiro do Exército americano, que teria decolado do aeroporto de Viracopos na madrugada de 22 de janeiro rumo aos EUA.
CENA 3
Há poucas semanas, após quase 20 anos de silêncio, um dos militares envolvidos no episódio que ficou conhecido como “os OVNIs de Cláudio (MG)” decidiu finalmente dar um testemunho sobre o que viu durante as ocorrências policiais de que participou, envolvendo naves e seres alienígenas. O cabo Amilton José Rabelo narra coisas espantosas, mas o que quero destacar é um trecho de suas falas: ele afirma que os soldados envolvidos nessas operações até tentaram disparar suas armas, mas “foram impedidos por alguma estranha força que fazia as armas não dispararem”.
CENA 4
Nesta quarta-feira em que escrevo, 21 de janeiro de 2026, o presidente norte‑americano Donald Trump fez um longo discurso no Fórum de Davos, na Suécia. Em vídeos que circulam no YouTube, com tradução integral da fala, ele aparece mencionando o tipo de arsenal que os Estados Unidos possuem e chega a dizer, sobre algumas armas, que “nem posso falar”. Nesses mesmos vídeos, ao comentar a operação de captura de Nicolás Maduro, na Venezuela, Trump afirma que, embora os venezuelanos contassem com apoio militar e tecnologia de ponta fornecida por russos e chineses, “não conseguiram disparar nenhum míssil contra nós”. A fala ainda não aparece nas transcrições oficiais divulgadas pela imprensa, mas, se confirmada, sugere o uso de alguma tecnologia capaz não apenas de gerar “apagões elétricos”, como também de neutralizar artilharia inimiga.
Pronto! Agora meus (muy) amigos podem deitar e rolar. Saí do campo dos fatos e alinhei cenas que dão margem para muitas digressões. Fartem-se, senhores!