Em meio ao feriado de 7 de Setembro, levantam-se as vozes de inúmeros políticos brasileiros que prometem um Estado sadio! Em 1822, em São Paulo, Dom Pedro I rompeu a subordinação política do Brasil a Portugal, que deixou de tê-lo como sua colônia.
Ao percorrer pelas ruas vazias de Uberaba, casarões antigos despertam lembranças de expoentes ilustres que brilham pela honradez de propósitos e trabalho público na Prefeitura deste município. Entre outros prefeitos, citam-se no período republicano: Arnaldo Rosa Prata, Silvério Cartafina Filho, Wagner do Nascimento, Hugo Rodrigues da Cunha, Luiz Guaritá Neto, Marcos Montes Cordeiro, Anderson Adauto, Paulo Piau e, atualmente, Elisa Araújo.
No tempo do agora, pela inovação tecnológica, mostra-se a imperfeição da personalidade humana, avolumam-se os escândalos na vida pública. Poucos candidatos são exceções ao caos em que mergulha a política no Brasil, ou seja, estão aptos à administração do bem comum, ao cuidar de uma comunidade que depende da participação de seus cidadãos.
Hoje, mais uma vez, é real o desejo de outro país pelas riquezas do Brasil! Causa espanto a dedução de que, na política partidária, haja quem veja, com bons olhos, esta ameaça de colonização. É temerosa a cegueira, de muitos brasileiros, pela crença ilusória de que o presidente americano irá, apenas, favorecer a liberdade de incriminados pelos atos golpistas em 8 de janeiro de 2023.
Percebe-se a negação da realidade em indivíduo que adere a dogma, mito ou promessa, sem passá-la pelo crivo da razão, pois contraria suas crenças pessoais. Também, é vista a recusa às mudanças por aquele que acredita em “salvador da pátria” para resolver, mediante um comando mágico, problemas estruturais do Brasil, como a corrupção, a economia e a segurança pública.
Que o brasileiro não se perca nas incertezas da vida pública, que tenha lucidez em meio a tantos desatinos oferecidos por inteligência artificial e falsas notícias. Pois a intolerância arromba a casa alheia..., a falta de aceitação e o preconceito violam a privacidade e os direitos humanos. Que haja sensatez diante da desavença irracional da política.