CIDADE

Abate de animais com tuberculose atende às normas, segundo o IMA

Publicado em 08/02/2013 às 10:49Atualizado em 19/12/2022 às 14:49
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Cerca de 70 cabeças de gado contaminadas por tuberculose foram entregues para o abate no frigorífico Boi Bravo na manhã de quarta-feira, dia 6. Apesar de o proprietário do local alegar ineficiência do IMA para que a lei de descarte desses animais seja cumprida, o Instituto Mineiro de Agropecuária informa que tudo foi realizado na mais absoluta normalidade, e, mesmo com a demora, os prazos foram cumpridos conforme exigência do processo documental.

Segundo o diretor do IMA, os animais da região de Perdizes foram inspecionadas pelo órgão, que realizou mais de 10 atendimentos nas duas fazendas em que a doença foi detectada. “Os fazendeiros realizam os exames no local e quando a doença é detectada, as vacas são encaminhadas para o isolamento, são esperados então 60 dias para que o exame seja feito novamente para a confirmação do teste, só então o gado é levado para o abate. Explica-se então a demora de três a quatro meses para a conclusão do caso”, informa o coordenador no IMA em Uberaba, Rony Adolfo Hein.

O gado enviado ao frigorífico foi inspecionado pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF), que avalia todas as carnes que vão para o frigorífico Boi Bravo. “Estamos preparados para receber esse tipo de material para o descarte aqui no frigorífico, as vacas podem ser isoladas, sempre recebemos algum animal que esteja contaminado, mas nunca em grandes quantidades como essa, o fazendeiro poderia agir de má-fé e vender esse gado sem informar a qualidade da carne e do leite”, destaca o proprietário do local, Romeu Costa Telles.

 

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