Dando sequência à programação da 2ª Semana Integrada do Meio Ambiente, foi realizado, na manhã de ontem, no auditório da Fiemg, o workshop sobre o Programa Brasileiro de Simbiose Industrial (PBSI).
A analista ambiental da Fiemg/BH, Cláudia Schanen Stancioli, explica que o programa consiste na troca de recursos das empresas de diversos setores empresariais. Segundo ela, quanto mais variada essa gama de empresas, melhor para o meio ambiente. “O PBSI não consiste apenas nas trocas de resíduos. As empresas podem ofertar equipamentos ociosos, compartilhar o transporte com outra, capacidade técnica e até mesmo um galpão vazio que possa vir a ser utilizado por outra empresa”, reforçou. Ela salienta que, após encontros como o de ontem, sempre é calculada a “geração de sinergias” entre os participantes, de modo a se obter os resultados relacionados aos benefícios, a economia de carbono que deixou de ser emitido na atmosfera, etc. “Também calculamos quanto de resíduo que deixou de ser enviado para aterros, a fim de ser utilizado como matéria-prima. Ou seja, são calculados todos os benefícios ambientais, sociais e econômicos”, completou.
Ainda, conforme explicou a analista, o objetivo é aumentar a participação das indústrias. “Estamos implantando o programa em oito regionais de Minas Gerais. A intenção é melhorar e aumentar os benefícios para as empresas”, concluiu.