CIDADE

Antes mesmo das chuvas, casos de dengue já aparecem na cidade

De acordo com a dona de casa Eliane dos Santos, há uma semana a filha de 15 anos teve dengue e, por isso, os moradores da região do Uberaba 1 estão preocupados

Geórgia Santos
Publicado em 10/10/2012 às 15:37Atualizado em 19/12/2022 às 16:58
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Eliane dos Santos está preocupada em saber se há foco do mosquito da dengue na região em que mora e diz que o Centro de Zoonoses não agiu

Casos de dengue começam a surgir e moradores pedem reforços para Centro de Controle de Zoonoses. De acordo com a dona de casa Eliane dos Santos, há uma semana a filha de 15 anos teve dengue e, por isso, os moradores da região, no bairro Uberaba 1, principalmente perto da casa de Eliane, estão preocupados, pois podem existir focos do mosquito na região. Então, a dona de casa pede o apoio dos agentes de zoonoses.

“Minha filha teve dengue e por esta razão estamos preocupados com a possibilidade de o foco do mosquito transmissor estar na região que moramos. Por isso é preciso um trabalho mais efetivo do setor de zoonoses, principalmente na nossa região, sei que normalmente esta ação é feita nos meses de dezembro e janeiro, mas, como os casos estão surgindo, é preciso antecipar este trabalho. Meus vizinhos também estão preocupados”, afirma.

Além disso, Eliana conta ainda que a filha, após os sintomas, foi diagnosticada com a dengue na Unidade de Pronto-Atendimento do Parque do Mirante. Na própria unidade, os médicos disseram que repassariam o caso para o setor de zoonoses para que fosse feita uma ação de bloqueio no bairro. “Mas isso já faz uma semana e os agentes não passaram na minha rua”, enfatiza.

O diretor do Centro de Zoonoses, Andre Ribeiro, explica que quando surge um caso de dengue, os agentes realizam um trabalho de bloqueio na região onde mora a pessoa que teve a doença. No caso da filha de Eliane, o setor ainda não foi acionado para fazer este trabalho no bairro Uberaba 1, mas André garantiu que a partir do contato da reportagem do Jornal da Manhã vai redirecionar os agentes para o local.

Além disso, André ressalta que é preciso levar em consideração que a filha de Eliane pode ter sido infectada em outro local, não necessariamente no bairro em que mora. “É preciso fazer a investigação sobre o caso, e ver se trata de uma criança que fica o tempo todo em casa ou se frequenta outros locais, como a escola e creches. É preciso levar em consideração outros fatores, se realmente será feito o bloqueio somente onde mora a pessoa que teve o caso ou se precisa realizar o trabalho em outros pontos”, explica.

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