CIDADE

Barragem no rio Uberaba é solução definitiva, no entendimento do Codau

Solução definitiva para o abastecimento de água na cidade no período da seca, no entendimento do Codau, é a construção de uma represa

Publicado em 08/07/2018 às 08:41Atualizado em 17/12/2022 às 11:17
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Foto/Perspectiva/Codau

Perspectiva do projeto da barragem, que deverá ter investimentos da ordem de R$24,5 milhões

Solução definitiva para o abastecimento de água na cidade no período da seca, no entendimento do Codau, é a construção de uma represa no rio Uberaba, na localidade conhecida por Prainha. Os recursos para o projeto foram remanejados de outra proposta, da gestão anterior da autarquia, e aprovada pelo governo federal, que era a construção de um sistema de captação no rio Claro e a implantação de adutoras direto até a estação de tratamento no bairro Boa Vista. O investimento total na barragem é da ordem de R$24,5 milhões.

No ano passado, o Ministério das Cidades aprovou a proposta de trocar os projetos. O Codau chegou a lançar a licitação para obra, mas a dividiu para cada etapa, no entanto, recuou da proposta após auditoria do Tribunal de Contas da União. Agora, a previsão é lançar novo edital para a construção da represa no mês de agosto.

O presidente do Codau, Luiz Guaritá Neto, pondera que a auditoria realizada pelo TCU avaliou de forma criteriosa o projeto da represa e não houve qualquer objeção às mudanças realizadas na proposta original. Além disso, o dirigente do Codau salienta que apenas houve uma recomendação para cancelar o formato de licitações divididas e unificar todos os serviços em um edital. “Os auditores fizeram essa sugestão e apontaram que seria complicado estabelecer cronograma de execução da obra. Por exemplo, se houvesse atraso na entrega da primeira etapa, teria interferência no início da fase seguinte”, justifica.

Segundo o presidente da autarquia, não há problemas para unificar as licitações e apenas é necessário um prazo para adequar os processos no edital unificado. Guaritá estima que o novo edital deve ser lançado em até 45 dias. Apesar do entrave e a volta à estaca zero, o dirigente do Codau afirma que não desistiu da meta de dar início à obra da represa este ano. “Não conseguimos começar a obra no primeiro semestre. Estamos postergando por seis meses o cronograma, mas a intenção é assinar a ordem de serviço ainda dentro de 2018”, finaliza. (Redação)

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