CIDADE

Barulho de fábrica causa transtornos à família que tem criança

Moradora do Parque São Geraldo disse estar sofrendo por causa do barulho gerado por fábrica de calçados, localizada ao lado da casa

Publicado em 15/04/2013 às 09:58Atualizado em 19/12/2022 às 13:37
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Casal tem uma filha de apenas cinco meses e está preocupado com a saúde da criança, que se incomoda com o barulho

Moradora do Parque São Geraldo disse estar sofrendo por causa do barulho gerado por fábrica de calçados, localizada ao lado da casa dela. De acordo com a corretora estagiária, Evilene Sousa Nascimento, a casa em que mora fica bem atrás desta fábrica e, durante alguns períodos do dia, o barulho gerado pelas máquinas causa desconforto, incomodando o sono de uma criança de apenas cinco meses.

“Se soubesse que estaríamos alugando uma casa ao lado de um fábrica que gera tanto barulho, com certeza não tínhamos firmado o contrato. Quando chegamos, o que nos disseram foi que o barulho era suportável, mas pelo que estamos vivendo não é não. Algumas máquinas incomodam demais, fazendo tremer as janelas e portas. Minha filha de apenas cinco meses não consegue dormir”, explicou Evilene.

A corretora contou ainda que por várias vezes o marido procurou o proprietário no intuito de encontrar alguma forma pacífica de minimizar esse incômodo, porém, o barulho continua. Incômodo que, segundo ela, não tem hora para acontecer, já teve ocasião da máquina estar ligada em horários indevidos, como às 20h e também às 7h. “Procuramos também o departamento de Postura e os agentes da Patrulha do Silêncio, entretanto, pelo que pude perceber, até o momento, ninguém esteve no local”, explica a moradora, ressaltando que não tem a intenção de causar problemas ao dono da fábrica, mas a situação tem de ser resolvida.

Por sua vez, um dos proprietários do estabelecimento, Valter da Silva, afirmou que teve uma conversa com o vizinho sobre o barulho. Ele disse ainda que é impossível deixar de usar tais máquinas que fazem barulho. “Eles mudaram há pouco tempo, o dia que ultrapassamos o horário permitido foi porque não sabíamos que havia pessoas morando no local. Mas irei ver a possibilidade, junto ao meu sócio, de instalar isolamento acústico”, ressaltou.

O diretor do departamento de Postura, Renê Inácio, disse que se os fiscais ainda não passaram pelo local, ele solicitou, na sexta-feira (12) a visita de uma equipe. “Neste tipo de reclamação, a primeira ação dos fiscais é pedir o alvará, antes mesmo de ver o barulho. Se não tem, notificamos e pedimos as regularizações. Além disso, acionamos também a Patrulha do Silêncio para que faça a medição, avaliando se o ruído ultrapassa o permitido”, concluiu. (GS)

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