Obras de reforma do bloco cirúrgico do Hospital Beneficência Portuguesa foram concluídas. Secretário Fahim Sawan esteve ontem no hospital para conhecer as instalações
Obras de reforma do bloco cirúrgico do Hospital Beneficência Portuguesa foram concluídas. Secretário municipal de Saúde, Fahim Sawan esteve ontem no hospital para conhecer as instalações, pois, com a conclusão da reforma, o local passa a receber pacientes de média complexidade que estão nas Unidades de Pronto-Atendimento à espera de leito.
De acordo com o secretário, a Beneficência Portuguesa agora passa a compor um quadro de leitos que Uberaba precisava para ajudar no atendimento das UPAs. “Uma retaguarda para as unidades”, diz. Antes o hospital atendia apenas pacientes clínicos, mas ontem houve a liberação do bloco cirúrgico, o que credencia o atendimento aos demais casos. A Vigilância Sanitária esteve no local, conferiu as condições e autorizou a liberação.
“Isso é muito bom, pois pacientes que apresentaram diagnósticos como apendicite, que precisam de cirurgia de hérnia, pedra nos rins, enfim, esses procedimentos que dependiam do Hospital de Clínicas agora podem ser atendidos no Hospital da Beneficência Portuguesa, que terá plantão 24 horas, de clínica médica e cirúrgica”, afirma Fahim.
O acordo feito com a atual administração do hospital é para que o local passe a ser um instrumento importante para resolver a falta de leitos em Uberaba, passando a ter uma função bem maior. “O Beneficência poderá agora fazer essas cirurgias mais simples, de média complexidade, e ao mesmo tempo desafogando os hospitais que atendem alta e média complexidades”, afirma.
Portanto, esta é uma das alternativas que estão sendo usadas pelo poder público para diminuir a espera por um leito. Contudo, a maior expectativa está em torno do Hospital Regional, que poderá atender à demanda de média complexidade. Quando questionado sobre o término das obras, que deve ficar para o ano que vem, Fahim esclarece que a parte mais importante do hospital deverá ser liberada ainda este ano.
“Temos o planejamento para a abertura escalonada. Teremos alguns setores do hospital, os principais, funcionando até o fim deste ano, no máximo até o começo do ano que vem. As enfermarias, o bloco cirúrgico e o bloco de UTI estarão prontos logo. O que deve ficar para depois é o setor de serviços, administração e diagnóstico, atividades que podem ser terceirizadas enquanto é concluída a obra”, explica.