Saúde e Segurança Pública são prioridade de Fahim Sawan (PSDB) caso eleito prefeito de Uberaba. A Rádio JM promoveu nesta terça-feira mais uma entrevista especial com candidatos majoritários e o sabatinado foi o tucano Fahim Sawan, que assinalou suas prioridades principalmente quanto à Saúde, envolvendo a fila eletrônica, unidades de terapia intensivas móveis e os hospitais que irão trabalhar de forma integrada.
Faltando poucos dias para as eleições, Fahim destaca como prioridades o que viu e ouviu durante este período de campanha. “Durante este tempo visitei muitos bairros, vários recém-construídos e entregues à população, sem a devida infraestrutura. Já nos mais antigos percebemos que há anos não existem melhorias. Mas pelo o que ouvi da comunidade, melhorias na Saúde é uma necessidade imediata, assim como a Segurança, os principais pontos de preocupação de todas as famílias em Uberaba”, explica Fahim.
Dentre as reivindicações na área de Saúde que Fahim diz receber, está a fila eletrônica, onde os pacientes esperam por uma consulta e exame durante meses. “Tiraram as pessoas dos postos de saúde para não causar volume e tumulto e as colocaram em casa à espera de um milagre”, afirma. Portanto, o candidato diz que é preciso pensar a Saúde de forma urgente. Segundo ele, sempre ouve o candidato da situação dizer que vai contratar 150 médicos em Uberaba, mas questiona: por que não fez isto antes?
“Portanto, caso eleito, de imediato, vou colocar tudo que já existe no serviço público para funcionar, para isto é preciso valorizar o funcionário, principalmente na área da Saúde, o servidor será acolhido. Vamos contratar de imediato um número maior de profissionais para resolver este problema. Fazer compras especializadas dos medicamentos e aquisição necessária dos instrumentos. E ainda tornar o salário da prefeitura atraente, em que o mínimo municipal seja pelo menos o nacional e mais 20%. E ainda, pagar o piso de direito a cada categoria”, explica Fahim, ressaltando que estas medidas poderão ser tomadas no primeiro ano de governo, pois as questões já vêm sendo articuladas na Câmara Municipal, quanto à Lei Orçamentária Anual.