Adelmo Carneiro Leão disse que não tomou conhecimento da representação ajuizada pela coligação que sustenta sua candidatura
Durante os bastidores da sabatina da Rádio JM, Adelmo Leão disse que não tomou conhecimento da representação ajuizada pela coligação que sustenta sua candidatura, que culminou em decisão judicial, contra o candidato Antonio Lerin (PSB). O pessebista não pode mais utilizar em sua propaganda eleitoral, imagens e depoimentos do governador Antonio Augusto Anastasia e do senador Aécio Neves – ambos do PSDB.
Porém, o candidato concorda com a decisão judicial destacando que o apoio das lideranças, que não pertencem ao partido do adversário, viola a lei que dispõe sobre a fidelidade partidária. “É uma ilegalidade que está sendo praticada. Um ato que se configura em crime eleitoral. Como estamos em um jogo político, deve se prevalecer o fundamento da lei, que neste caso, está sendo descumprido”, coloca.
Adelmo Leão lembra que os tucanos sequer pertencem à coligação “Juntos Podemos Mais”, que é sustentada pelo PSB e PSDC. Além disso, ele diz que o candidato deve ser claro nos projetos que estão em disputa, pois considera que a estratégia tem como objetivo enganar o eleitor. “Ele se coloca como apoiador do governo federal e tem a participação de duas lideranças da oposição. É preciso colocar com clareza os projetos que estão em disputa”, afirma.
Inclusive, o petista colocou como exemplo, a situação do prefeito Anderson Adauto que antes de declarar apoio à sua candidatura se desfiliou do PMDB.