Diferente dos anos anteriores, a festa de Momo em Uberaba em 2013 não contou com desfile de escola de samba e nem mesmo bandas de axé
Fundação Cultural comemora resultado do carnaval de marchinhas em Uberaba. Depois de quatro dias de muita folia, a presidente da autarquia, Sumayra de Oliveira, revela que a festa atingiu a expectativa da Prefeitura, com público de cerca de cinco mil pessoas por dia. “Com certeza será uma atração que deve permanecer no Carnaval/2014”, garante.
Diferente dos anos anteriores, a festa de Momo em Uberaba em 2013 não contou com desfile de escola de samba e nem mesmo bandas de axé. Foram quatro dias de regaste da memória do carnaval, com marchinhas no Mercado Municipal, à noite, e matinês nos Centros Municipais de Educação Avançada, voltadas para a criançada. “A nossa avaliação é positiva. Já no primeiro dia de festa atingimos um público de cinco mil pessoas. No domingo, mantivemos o ritmo e na segunda-feira o número de foliões dobrou, foram cerca de 10 mil pessoas. Portanto, o carnaval de marchinhas em Uberaba está enraizado e consolidado. Por isso, nos próximos anos teremos de pensar em uma estrutura maior, pois com certeza iremos contar com a participação de pessoas das cidades vizinhas. Foi um sucesso!”, afirma Sumayra.
A presidente da Fundação Cultural ressalta ainda que foi um evento seguro, sem problema que possa denegrir o carnaval em Uberaba. “Um evento elogiado pela própria Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros, pois foram seguidas todas as exigências quanto à segurança, sendo que Uberaba foi a única cidade da região em que não foi preciso fazer readequações. Um carnaval seguro, com gente feliz, voltado para família, bastante organizado e ainda de baixo custo”, afirma.
Para o ano que vem, Sumayra revela que deve permanecer o carnaval de marchinhas, mas não descarta a possibilidade de serem promovidas outras atrações, com as escolas de samba e bandas de axé.
Já em relação à medida adotada pela Prefeitura de interditar as ruas do entorno do Mercado Municipal nos dias de folia, que gerou revolta aos permissionários, Sumayra explica que não houve problemas com o comércio, pois as ruas foram fechadas somente durante a festa, que sempre começava após o expediente do Mercado. Ela acredita que não houve prejuízos aos comerciantes neste período.