Apesar da queda da temperatura favorecer menor proliferação do mosquito transmissor da dengue e consequentemente a redução do número de casos, o secretário disse que o trabalho de combate não vai parar. Ele disse que os agentes de zoonoses estão fazendo verdadeiras “varreduras” em todos os imóveis da cidade.
São vinte homens com bombas costais e cinquenta agentes de zoonoses, que, segundo Fahim, estão encerrando o trabalho no bairro Abadia e na segunda-feira começam a destruição de criadouros e varredura do mosquito no bairro São Benedito. “A partir de junho vamos intensificar ainda mais este trabalho e percorreremos toda a cidade”, explica, acrescentando que o ovo do mosquito permanece vivo por até dois anos e diante das chuvas eclode e retorna, por isso a importância do combate durante todo o ano.
O secretário reforçou a necessidade de apoio da população. De acordo com ele, 80% dos mosquitos ainda existentes estão dentro das residências. “O município tem 140 mil casas para cuidar. Se cada um fizer a sua parte, tenho certeza que vamos vencer essa guerra contra a dengue.”