CIDADE

Consumidor deve usar 13º para quitar dívidas, orienta economista

Todo início de ano a situação se repete: as famílias ainda estão pagando as contas das festas de final de ano, as despesas com férias

Geórgia Santos
Publicado em 23/12/2012 às 13:52Atualizado em 19/12/2022 às 15:38
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Todo início de ano a situação se repete: as famílias ainda estão pagando as contas das festas de final de ano, as despesas com a viagem de férias e os impostos começam a chegar. Os meses de janeiro e fevereiro tendem a ser mais pesados para o bolso do consumidor, já que é neste período que vencem os impostos estaduais e municipais. Portanto, é preciso controle para não fazer dívidas que podem durar meses, haja vista que o ano está apenas começando e muitos gastos virão.

De acordo com o economista, Marco Antônio Nogueira, o 13° salário, que já foi pago pelas empresas, tem o intuito de ajudar o consumidor com estes gastos do início de ano. Segundo estatística, as pessoas estão priorizando o pagamento de dívidas, assim que recebem o beneficio, só que na verdade estão quitando débitos antigos e fazendo novos, com as festas de fim de ano, o que não deveria acontecer.

A metodologia sugerida pelo economista é que o trabalhador dedique de 20% a 30% da sua renda líquida para algum tipo de poupança. O restante deve ser dividido entre alimentação, transporte e habitação. Mas, segundo a média, o brasileiro está endividado. Estima-se que cada uma deva cerca de R$2 mil, um valor alto a partir da renda media que é de R$1.800.

Marco Antônio explica que o consumidor não pode deixar dívidas antigas para 2013, quitar a conta ou pelo menos reduzir o custo. Além disso, é preciso fazer compras mais conscientes, analisar o tipo e valor da compra e por fim lembrar que o mundo não acaba em 2012 e ainda existem 12 meses pela frente. “Algumas dívidas do início do ano são obrigatórias, que são pagas nos quatro primeiros meses do ano”, afirma.

Portanto, é recomendado fazer uma lista de todas as despesas. Comece pelas dívidas que sobraram de 2012. Depois acrescente os impostos (IPTU e IPVA) e os gastos escolares, como matrícula e material escolar. Para os impostos, prefira o pagamento à vista, com desconto e no caso dos materiais escolares lembre-se que é possível adiar a compra de alguns itens que não serão utilizados no começo do ano.

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