CIDADE

Consumidor somente corre risco se comprar carne de origem clandestina

Publicado em 08/02/2013 às 10:49Atualizado em 19/12/2022 às 14:49
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O coordenador do IMA ressalta que o grande problema em casos como este está na compra de carnes que não passam pela fiscalização adequada, ou seja, carnes de origem clandestina, caso contrário a inspeção é feita pelo município, pelo Estado ou pelo Ministério da Agricultura. “O procedimento é exatamente esse, após a confirmação positiva da doença do gado, ele deve ser abatido, sob a supervisão do IMA, senão orientamos o proprietário para que encaminhe a carne a um frigorífico que tenha uma equipe do Serviço de Inspeção Federal. Entrei em  contato com o IMA de Perdizes e o  gado foi enviado para Uberaba porque o proprietário já tinha o contato  com a empresa da cidade, mas esse gado poderia ser enviado para qualquer quer outro lugar, como, por exemplo, Uberlândia ou Patos de Minas”, informa o Rony.

Rony Adolfo Hein garante ainda que é praticamente impossível que carne que tenha procedência de proprietários legalizados vá para o consumo da população sem que certas doenças sejam detectadas. “Todas as fazendas que fornecem carne para o consumo ou vendem leite devem passar por fiscalização regularmente. Outro ponto é que a carne não transmite a doença de maneira fácil, a transmissão se daria pelo consumo do leite sem a pasteurização, mas nós descartamos essa hipótese, pois a carne e o leite detectados com a doença devem ser descartados e incinerados”, reforça o coordenador.

O procedimento ocorrido no frigorífico Boi Bravo foi absolutamente natural, conforme informou o IMA. O gado tinha marcação na face e não poderia ser revendido a nenhum outro proprietário, explicou o dono do frigorífico, por isso foi encaminhado para o abate. A Vigilância Sanitária informa que o gado recebeu o tratamento correto por parte dos donos e do frigorífico e que não entra no circuito porque o rebanho veio da cidade de Perdizes e o abate foi vistoriado pelo próprio abatedouro, que possui equipe do SIF no local, além disso, a Vigilância só é responsável por produtos de origem animal quando a carne vai para o varejo. (AM)

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