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Crônicas de Arduini publicadas no JM viram livro

No próximo domingo, dia 13, será lançado o livro Crônicas de Natal, coletânea de autoria de monsenhor Juvenal Arduini

Thassiana Macedo
Publicado em 10/10/2013 às 00:38Atualizado em 19/12/2022 às 10:43
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No próximo domingo, dia 13, será lançado o livro “Crônicas de Natal”, uma coletânea de autoria de monsenhor Juvenal Arduini, publicada principalmente pelo Jornal da Manhã entre 1973 e 2007. O lançamento será às 17h, na Capela do Hospital São Domingos, com missa celebrada pelo arcebispo Dom Paulo Mendes. A homenagem póstuma acontece no dia em que se completa um ano do falecimento de Arduini.

A obra foi produzida por iniciativa das Irmãs Dominicanas do Hospital e Maternidade São Domingos (HMSD) como uma forma de perpetuar os pensamentos e saberes de monsenhor Juvenal. O prefácio é do jornalista, presidente da Academia de Letras do Triângulo Mineiro e escritor Jorge Alberto Nabut. A apresentação é da irmã Vanda Heleusa de Resende e o texto “in memoriam” é de autoria de irmã Olinda da Rocha Silva, amiga, cuidadora e guardiã do trabalho de monsenhor Juvenal. A obra conta ainda com textos de Washington Silva, padre Prata e do jornalista Cesar Vanucci.

De acordo com a jornalista Evacira Coraspe, que cuidou da organização dos textos publicados no livro, em vida Juvenal Arduini publicou 12 livros, cuja maioria é utilizada por diversas universidades e que esta publicação póstuma faz parte de um projeto que pretende, em próximas obras, contemplar todos os outros segmentos do pensamento do sacerdote. “O intuito é o de preservar os ensinamentos, tanto cristãos quanto filosóficos, do monsenhor Juvenal Arduini. É o de levar em frente esses saberes que ele deixou. A proposta é a publicação de alguns livros temáticos, de crônicas, sendo algumas voltadas para a questão dos direitos humanos, voltada aos estudantes e aos excluídos”, destaca. Ainda está sendo feito um levantamento para a organização dos novos livros.

Biografia. Natural de Conquista, Juvenal Arduini nasceu em 28 de novembro de 1918 e em 1932 mudou-se para Uberaba, onde durante cinco anos estudou no Seminário São José e no Colégio Diocesano. Em 1937, cursou Filosofia e Teologia no Seminário do Coração Eucarístico de Jesus. Foi ordenado padre por Dom Alexandre Gonçalves do Amaral, na Catedral de Uberaba, em 8 de dezembro de 1942. Pela sua dedicação aos jovens, foi elevado à condição de monsenhor.

Constituiu o Instituto Superior de Cultura e ainda a Academia de Letras do Triângulo Mineiro, junto a Edson Prata, fundador do Jornal da Manhã, onde ocupou a Cadeira nº 5. Participou da criação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Santo Tomás de Aquino, foi professor fundador da Faculdade de Medicina, da Faculdade de Ciências Econômicas, da Faculdade de Zootecnia, além de passar pela Faculdade de Enfermagem Frei Eugênio e pela Universidade de Uberaba. E foi capelão do HMSD por mais de 60 anos.

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