CIDADE

Denúncia de agressão é picuinha, alega proprietário de boate

O empresário Wesley Toledo diz que não estava no estabelecimento no dia em que houve a confusão, na madrugada de domingo

Geórgia Santos
Publicado em 21/03/2013 às 00:48Atualizado em 19/12/2022 às 14:05
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Proprietário de boate desmente agressão contra homossexual que teria ocorrido no último fim de semana. O empresário Wesley Toledo diz que não estava no estabelecimento no dia em que houve a confusão, na madrugada de domingo. Assim, ele afirma ser impossível ter agredido o cliente que procurou o Jornal da Manhã para fazer a denúncia. Além disso, revela também que se trata de uma picuinha envolvendo outra casa noturna de Uberaba.

“O pessoal da outra boate usou o fato para me prejudicar, quando na verdade não houve agressão alguma. Esse casal que procurou o jornal estava discutindo durante a festa, os seguranças tentaram conter a briga e foram colocados para fora do estabelecimento. Não existe essa história de que houve perseguição, de que batemos nesta pessoa, isso é lenda”, diz.

Wesley ressalta também que não estava na boate no dia em que o fato aconteceu. A gestão do local estava sendo feita por um gerente responsável, que também não agrediu ninguém e nem mesmo deixaria o estabelecimento para perseguir uma pessoa até o Mercado Municipal. Ele explica também que o irmão dele estava no local, mas como qualquer outro cliente, portanto, não é o proprietário e, ainda, não se envolveu na confusão.

“A história está muito fantasiosa, está fora de lógica. Os seguranças não deixaram o local para correr atrás de dois indivíduos que geraram tumulto na boate. Além disso, aproveito a oportunidade para pedir o apoio da Polícia Militar de Uberaba. Sou dono de outras casas noturnas, uma delas em Uberlândia, e lá, depois de muita cobrança, consegui a ajuda da polícia para intensificar a fiscalização na região. Aqui, em Uberaba, isso não existe. Sempre recebo informações de carros que foram roubados na porta do local, e a polícia nunca passa por lá”, explica Wesley.

Para finalizar, Wesley afirma que as pessoas que procuraram o JM para fazer essa denúncia querem prejudicar o seu estabelecimento. “Foi picuinha, são pessoas que querem me trazer problemas, acabar com a minha boate”, afirma.

Esclarecimento. O proprietário da boate Madrid, Guilherme Sene, esclarece aos leitores do Jornal da Manhã que a denúncia de agressão contra homossexual não aconteceu em seu estabelecimento. A casa noturna está localizada na esquina com a praça Rui Barbosa, mas não está envolvida neste caso. Sene ressalta também que a Madrid não está entre as boates que foram fechadas pelo Departamento de Posturas por conta da ausência do alvará. Guilherme diz que o local está com a documentação em dia.

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