CIDADE

Diretor diz que cobrança faz consumidor gerar menos entulho

Diretor da Soma Ambiental, Fernando Gonçalves diz que o preço para o depósito dos entulhos é o mesmo em qualquer lugar do país

Geórgia Santos
Publicado em 18/10/2012 às 00:19Atualizado em 19/12/2022 às 16:49
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Diretor da Soma Ambiental, Fernando Gonçalves de Oliveira diz que o preço para o depósito dos entulhos é o mesmo em qualquer lugar do país. E a atividade tem um cunho ambiental e com o tempo induz o próprio consumidor a gerar menos materiais que prejudicam o meio ambiente.

“Todos sabemos que a Pedreira de Léa funcionava de forma irregular. Já na Soma, todo resíduo que recebemos é tratado, sendo de construção civil ou de característica domiciliar. Estamos operando desde o dia 4 de outubro e a partir do mês de novembro vamos começar a receber os resíduos da construção civil, antes jogado na Pedreira de Léa, para fazer o tratamento, e para cada tipo existe um trabalho diferente”, explica Fernando.

Além disso, ele ressalta que todo tipo de serviço que é gratuito e passa a ser cobrado resulta em algum efeito. “Quando há gastos e o serviço passa a ser cobrado, pode ter essa impressão que é serviço caro, mas não é. Na verdade, é uma segurança para o meio ambiente e gerações futuras, e a norma está prevista na lei há mais de 10 anos”, afirma Fernando, ressaltando que os valores cobrados para o depósito dos resíduos não são tão significantes em comparação do que é gasto em uma obra. “Este gasto não representa nem mesmo 1% do valor da obra”, garante.

Por outro lado, o valor cobrado para o depósito pode inibir o desperdício e a geração destes resíduos que prejudicam o meio ambiente. “A nossa legislação é feita no sentido de incentivar a não geração de material, a reutilização e a disposição final. O que a gente percebe é que em muitos locais onde este serviço é executado as empresas e as pessoas começam a se preocupar mais com o que estão gerando e começam a gerar menos, gastando menos no processo industrial”, explica o diretor da Soma.

A equipe de reportagem do Jornal da Manhã entrou em contato com o subsecretário de Meio Ambiente, Rodrigo Barros, responsável pelo processo na secretaria, porém as ligações não foram atendidas.

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