CIDADE

Domingo de Ramos abre programação da Semana Santa

Celebrações em torno do Domingo de Ramos abrem a programação da Semana Santa dos católicos. Mais de 100 missas serão celebradas em todas as paróquias da cidade

Geórgia Santos
Publicado em 31/03/2012 às 01:05Atualizado em 19/12/2022 às 20:29
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Celebrações em torno do Domingo de Ramos abrem a programação da Semana Santa dos católicos. Mais de 100 missas serão celebradas em todas as paróquias da cidade. A data lembra a entrada de Jesus em Jerusalém, antes de ser preso pelos romanos.

Segundo o administrador apostólico da Arquidiocese de Uberaba, dom Aloísio Roque Opperman, a Semana Santa é uma tradição milenar, em que todos os anos os católicos recorrem aos acontecimentos da morte e ressurreição do Senhor. O Domingo de Ramos é o primeiro ato da semana, e tem o objetivo de mostrar ao público a convicção que os féis têm de que o reino de Deus vai se estabelecer, mesmo com muita dificuldade. Na missa deste domingo, cada fiel carrega consigo os ramos, relembrando a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, sendo que dias depois seria crucificado. Durante a missa, os ramos são abençoados e os féis os levam para casa, como símbolo de proteção. “Nós, aqui no Brasil, aproveitamos este domingo de Ramos para realizar o encerramento da Campanha da Fraternidade, que neste ano abriu discussões em torno da saúde”, explica.

De acordo com dom Roque, depois da celebração, em cada paróquia serão realizadas pequenas procissões, imitando o que aconteceu em Jerusalém, quando Jesus entrou na cidade e o povo jogou ramos de oliveira, entre outros, durante o seu caminho.  “A Semana Santa é a festa mais importante para os católicos, que culmina com o sábado da Aleluia, quando se celebra a Ressurreição, mostrando o resultado de tudo que Deus fez para nos salvar”, explica dom Roque.

Após a celebração do Domingo de Ramos, seguindo a programação, na segunda e na terça-feira as igrejas realizam a procissão do encontro. Este é o momento que lembra o encontro de Jesus Cristo com Nossa Senhora das Dores a caminho do calvário. 

O administrador apostólico fala ainda das penitencias. “Ela deve ter sentido, não pode ser simplesmente por fazer, tem que se olhar a motivação. As pessoas devem fazer a penitência para se solidarizarem com Jesus, que sentiu muita fome, sede e fortes dores. Além disso, pensando nas pessoas pobres que passam muitas necessidades, às vezes, até mesmo fome”, explica dom Roque.

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