Estreante nas urnas, o prefeitável do PPS, Edson Santana, prega modelo de gestão que valoriza o diálogo, a seriedade e o fim do que chamou de práticas lesivas à população
Estreante nas urnas, o prefeitável do PPS, jornalista Edson Santana, prega um modelo de gestão que valoriza o diálogo, a seriedade e o fim do que chamou de práticas lesivas à população. “Quem está insatisfeito com a política de negociatas, que prioriza os interesses partidários e econômicos – e o próprio umbigo do candidato –; quem está indignado e cansado do modelo político de muita conversa e pouca ação, tem a mim como opção”, disse o socialista, que defende o novo nessas eleições municipais.
Último dos seis postulantes ao cargo de prefeito sabatinado pela bancada de jornalistas do Grupo JM de Comunicação – via microfones da Rádio JM 730 –, Santana ainda pretende estabelecer um governo onde os ensinamentos de Jesus, de fazer o bem ao próximo, devem nortear a política. Candidato em carreira solo, já que seu partido não coligou com nenhum outro, o socialista não esconde que sua campanha tem poucos recursos, “mas creio que suficientes para comunicar com o eleitor. Candidaturas de pop star têm custo patrocinado pelo contribuinte”, apontou o jornalista, que defende a eleição de quem não tem rabo preso com grupos políticos.
Edson Santana diz que faz campanha com o apoio do povo, para quem de fato vai administrar. Para ele, a cidade precisa de um prefeito que conheça o seu quintal, o que assegura ter conquistado através do exercício da sua profissão, que também lhe deu margem para conhecer as soluções dos problemas de Uberaba. Nesse sentido, atesta: “sou o mais preparado para o cargo”. Entre as ações que pretende implantar estão o fim da lógica de governar cobrando, implementando multas.
Para Santana, essa é a estratégia de quem não tem competência administrativa, e fica no desespero de arrecadar, utilizando-se de políticas de gestão ultrapassadas. “Estamos sendo governados por pessoas ultrapassadíssimas no processo de gestão, são coronéis pós-modernos. A Prefeitura tem que fazer a roda girar para que todos possam progredir”, defende o candidato do PPS, que prega estímulos ao comércio local; à produção de alimentos, especialmente os típicos da culinária mineira; à atração de empresas “pensando na lógica” do gasoduto e planta de amônia, além de incentivos ao Valor Adicionado Fiscal.
Outro compromisso de Santana envolve o pagamento de dois salários mínimos ao trabalhador da PMU, que terá acesso aos cargos de direção, entre os quais, de secretários. Ele também pretende substituir o termo servidor por colaborador. Para implementar suas propostas, o candidato espera que sejam eleitos vereadores que tenham compromisso com a cidade, que votem projetos de interesse da coletividade.