Secretaria de Educação interditou cinco instituições de ensino municipais por infraestrutura inadequada. De acordo com a secretária de Educação, Silvana Elias, os casos são realmente preocupantes. A Prefeitura deverá deflagrar as licitações em breve para que a reforma seja realizada. Entretanto, ela ressalta que não será possível realizar esse serviço a “toque de caixa”.
Desde o início do ano o Jornal da Manhã vem trazendo notícias sobre a interdição de escolas municipais, ou parte delas, e até mesmo centros infantis, por falta de condições estruturais. Medidas que se tivessem sido adotadas com antecedência evitariam a retirada dos alunos da instituição, como o Cemei da comunidade rural Santa Fé, em que as crianças estão sendo transportadas para o Cemei da Serrinha.
“Estamos em um momento extremamente desafiador de continuar o trabalho educativo, apesar de algumas estruturas não oferecerem condições adequadas. Temos 10 intuições que se encontram nessa situação, sendo que cinco delas já receberam a visita da Secretaria de Infraestrutura, que interditou alguns locais”, conta a secretária.
De acordo com ela, em alguns casos, como o Cemei Santa Fé, a solução foi buscar outro imóvel, assim como parte da Escola Professora Geni Chaves, de onde removeram as crianças para local anexo. “Estamos realizando uma varredura nas instituições para que possamos deflagrar o processo de licitação, pois não é possível fazer pequenos reparos”, explica Silvana.
A secretária revela que, para atender a essa demanda em caráter de urgência, a Prefeitura está economizando ao máximo em investimentos, como tecnologia e novas contratações. Quanto aos prazos, Silvana revela que em alguns locais o serviço pode ser longo, com muito trabalho, e que será preciso desembolsar recursos na ordem de R$1 milhão. Mas ela acredita que até o segundo semestre a situação já esteja mais clara e em algumas escolas os processos já estejam em andamento.