Equipe de reportagem do Jornal da Manhã tentou conversar com o motorista no local, mas ele não quis se pronunciar. De acordo com informações repassadas pela empresa, este é um caso isolado e não pode ser generalizado. Houve um desentendimento entre as partes, o veículo seguiu com outro motorista para que a concessionária pudesse avaliar a situação junto ao Departamento de Recursos Humanos, portanto, foi uma atitude tomada pela empresa e não foi o profissional que deixou o ônibus.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário, Lutério Antônio Alves, também se posicionou sobre o caso. Segundo ele, o sindicato está à disposição deste motorista para ajudá-lo no que for preciso. O sindicalista entende que é preciso ouvir todos os lados, entender os motivos e razões do que aconteceu. “A profissão é estressante, temos que cumprir horário e isso não é nada fácil, entretanto, não é justificativa para que um motorista cometa atitudes agressivas ou dirija de forma imprudente. Precisamos e estamos à disposição para conversar com ele, talvez esteja com problemas pessoais, não é todo dia que estamos bem, e isso acontece com qualquer pessoa, todos somos humanos e estamos sujeitos a isto”, explica Lutério.