Soma Ambiental diz que preço para o descarte de entulho continua menor, mesmo após o fim do acordo com o município. Assim como os caçambeiros, a Soma Ambiental, a única empresa autorizada pela Prefeitura para receber o lixo da construção civil, também fez o acordo para reduzir os preços em uma ação de combate à dengue, e garante que mesmo com o término do período combinado vai manter este valor até o mês de novembro, quando completa um ano de operação na cidade.
Hoje, a empresa recebe cerca de 80 caçambas por dia, a previsão era de 160, sendo que pelo estudo apresentado pela Prefeitura, assim que a empresa começou a sua operação, existia a geração de 200 caçambas ao dia despejadas na Pedreira de Léa. De acordo com o gerente da Soma, Fernando Gonçalves de Oliveira, desde a chegada da empresa, até hoje o número de caçambas para descartar de entulho aumentou muito. No início houve impacto por conta de gastos, assim como alguns desvios, isto é, descartes irregulares que a Prefeitura vem combatendo com a fiscalização. Portanto, este aumento é bom, pois mostra que a quantidade de pessoas a fazer o descarte de forma errada diminui.
“E como somos parceiros do município em que estamos instalados, acordamos com o prefeito Paulo Piau que teria uma redução no valor do descarte, caindo de R$15 o metro cúbico para R$13, no intuito de ajudar no combate à dengue. O que de alguma forma faz com que as empresas abaixem os preços, com isso os clientes alugam a caçamba e deixam de fazer um descarte irregular. Esse acordo já terminou e ainda não voltamos ao valor anterior e pretendemos continuar assim até o mês de novembro, quando completamos um ano em Uberaba”, explica o gerente.
Fernando conta que todo o processo de descarte é feito de forma ambientalmente correta. Ele explica que Uberaba tem a garantia de que não vai ter poluição ambiental, haja vista que a empresa assume o compromisso de que não terá contaminação durante o tempo em que estiver funcionando e depois de 20 anos do fim dos trabalhos. “Com certeza, lá na frente os benefícios ambientais superam qualquer custo”, afirma.