Moradores do bairro Serra Dourada reclamam da situação que vivenciam na rua Ruth Guerra. Segundo eles...
Moradores do bairro Serra Dourada reclamam da situação que vivenciam na rua Ruth Guerra. Segundo eles, não há como distinguir mais qual parte é particular e qual é pública, já que o mato toma conta da via e a rua ainda não foi asfaltada. Os moradores já entraram em contato com a Prefeitura e com o proprietário do terreno, que prometeram solução, mas até agora nada foi feito.
O que mais incomoda os moradores é a abertura da rua para dar acesso a uma construção. “Ocorre que a abertura do final da rua Ruth Guerra Terra, dando acesso à área abaixo do Jardim Canadá é particular e não obedece a nenhum planejamento técnico, tem gerado inúmeros desconfortos à minha família, como afundamento no local (final da rua). Além disso, não há pavimentação. Estamos lidando com as águas da chuva, que juntam lama e entulhos, fazendo com que tudo seja jogado sobre nosso passeio e entrada social, promovendo repetidos e inaceitáveis acúmulos de sujeira” reclamou o morador Mauro Morais de Oliveira.
Segundo Mauro, a população do bairro quer apenas que os direitos dela sejam garantidos. “Queremos a presença de representantes da Prefeitura para verificação das condições do final da rua Ruth Guerra Terra, a fiscalização da mencionada área particular, dado que compete ao proprietário a promoção da limpeza, cerca e calçada, tal como foi exigido de toda a população de Uberaba pela mesma Prefeitura. Também queremos a autuação e multa do referido proprietário em caso de descumprimento da intimação para cumprimento da lei de posturas”, reforçou Mauro.
O secretário de Infraestrutura , José Donizete Melo, informou que a questão no bairro é documental e a solução ainda pode demorar. “O terreno em questão pertence à Constrig e cerca de oito lotes serão incorporados ao Centro de Treinamento do Uberaba Sport. Por enquanto, a área é particular e seria ilegal invadir o terreno para dar qualquer solução”, alertou o secretário.
O entrave é tão grave que o secretário estima que o problema ainda demore cerca de seis meses para ser resolvido. “Quando houver a tramitação do documento, após a doação ser concluída, realizaremos a obra no local. Estamos passando por um entrave documental e, enquanto isso não se resolver, a Prefeitura não poderá resolver as questões físicas do local. Já checamos os valores necessários para a obra e apenas aguardamos a finalização do processo”, reforçou. (AM)