CIDADE

Escola Frei Eugênio passa por reformas de emergência

As quadras já tinham sido interditadas com as estruturas metálicas comprometidas e risco eminente de desabamento

Publicado em 22/07/2013 às 10:58Atualizado em 19/12/2022 às 11:55
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Após publicação de decreto emergencial, a Escola Municipal Frei Eugênio tem passado por uma série de obras.  Até o momento estão sendo trabalhadas as duas quadras da escola. Os problemas da quadra coberta já foram solucionados, o ginásio estava com as estruturas metálicas comprometidas, o que desencadeou outros problemas de infraestrutura e deixou a cobertura em risco eminente de desabamento, inclusive um muro do entorno chegou a cair.

A quadra aberta apresentava problemas no alambrado que foram solucionados com retirada de pequenas pontas afiadas que poderiam ferir alguém. Também foi realizado o tratamento do concreto do piso onde ficam os banheiros; no piso inferior da quadra, para que não ocorram mais problemas de infiltrações, como identificados anteriormente.

O telhado do prédio administrativo teve de ser totalmente reestruturado, tanto as telhas como o madeiramento e a fiação. Os telhados da cozinha e da sala de informática também estão passando por uma série de reparos. O interior da cozinha está sendo reformado, inclusive com a troca de pisos.

O diretor de Logística da Secretaria de Educação, Jader Moreira, ainda destaca que vários outros reparos vão surgindo e estão sendo feitos. “O importante é mostrar para a população que os recursos que vieram para a reforma estão sendo utilizados de forma a fornecer à população uma escola mais segura, que proporcione o bem-estar dos alunos e da comunidade”, explica Jader.

O Decreto de Emergência, de nº 854, foi publicado no Diário Oficial do Município, Jornal Porta-Voz, nº 1095, do dia 19 de junho de 2013. Para o decreto foram considerados, além de outras disposições, o relatório emitido pelo engenheiro da Secretaria Municipal de Infraestrutura expondo a situação do imóvel e apontando os riscos decorrentes da falta de manutenção das estruturas do prédio e o fato da diretoria da escola já ter isolado e interditado a área das quadras, até que fossem efetuados os reparos necessários.

Além disso,  a empresa ganhadora da licitação, após receber a ordem de serviço  reavaliou a estrutura e decidiu por não executar a obra. A empresa foi notificada por não ter iniciado os procedimentos necessários.

Por todos esses motivos, o Poder Executivo Municipal decidiu pela adoção da medida urgente de declarar situação emergencial.

 As obras tiveram início logo após a publicação do decreto, que determinou sua conclusão dentro de um prazo máximo de 120 dias.

 

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