CIDADE

Escolas de idiomas burlam lei para pagar salário inferior a professor

Sindicato dos Professores do Estado de Minas informou que, ao invés de professores, as escolas têm feito o registro de instrutores para pagar ilegalmente a metade dos salários

Helena Cunha
Publicado em 08/06/2012 às 14:05Atualizado em 19/12/2022 às 19:14
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Representantes de escolas de idiomas de Uberaba serão notificados para o cumprimento da convenção coletiva de trabalho. Das vinte e cinco instituições de ensino de línguas, apenas quatro delas tiveram representante presente em encontro realizado esta semana.

Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro) informou que, ao invés de professores, as escolas têm feito o registro de instrutores para pagar ilegalmente a metade dos salários que os profissionais têm direito. A sede regional do Sinpro tem recebido várias denúncias de professores sobre o caso, comenta o diretor regional do Sinpro, Marcos Gennari.

A notificação pelo descumprimento da convenção coletiva será feita também para o Ministério do Trabalho e o Ministério Público do Trabalho. "Nós estamos tentando procurar as empresas para negociar a situação, já que muitas vão ficar com um passivo muito alto em caso de ação judicial. E talvez até nem tenham condições de pagar os trabalhadores", relata Gennari.

No encontro de esclarecimento, as quatro escolas representadas foram aquelas que têm cumprido a convenção coletiva e aberto as portas para que o sindicato se reúna com os professores.

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