Escolas da rede estadual de ensino promovem atividades de combate à dengue com os alunos, a partir de orientação repassada pela SEE
Escolas da rede estadual de ensino promovem atividades de combate à dengue com os alunos. A partir de orientação repassada pela Secretaria Estadual de Educação, por meio da Superintendência Regional, as instituições de ensino desenvolveram, durante toda essa semana, trabalhos relacionados com a dengue. Entre as escolas, a Escola Estadual Quintiliano Jardim, que na manhã de ontem promoveu panfletagem com os alunos.
Apesar de o assunto estar sendo discutido nas escolas da cidade desde o início do ano, esta semana foram desenvolvidos trabalhos focados no combate à doença. Além de a cidade registrar índices de infestação acima da média, o mês de abril é considerado período propício para a proliferação do mosquito, por causa das chuvas.
De acordo com a supervisora da escola Quintiliano Jardim, Neusa Paiva, foi uma semana bastante proveitosa, em que os alunos tiveram a oportunidade de realizar debates, confeccionar cartazes alusivos à doença, conversar com a comunidade e fizeram panfletagem para encerrar. “A dengue está alarmante em toda cidade. E, diante da situação, o assunto está sendo discutido na escola, com alunos repassando orientações à comunidade, alertando sobre a dengue. Eles fizeram um trabalho de conscientização, de limpeza, além de entrevistas com os moradores da região para saber se alguém da família já teve dengue e quais medidas adotaram. Os alunos se aprofundaram no tema, com pesquisas sobre a doença e também sobre o mosquito transmissor”, explica Neusa.
Outra instituição que também desenvolveu atividades de conscientização com os alunos foi a Escola Estadual Nossa Senhora da Abadia. De acordo com o vice-diretor, professor Cristiano Pires da Silva, para a culminância da semana foi promovida uma passeata, na avenida Prudente de Morais, com os alunos, que mobilizaram e convocaram a comunidade para a limpeza. “Durante a semana desenvolvemos atividades envolvendo música e teatro, além de muita conversa para estimular nos alunos quanto à necessidade de reivindicar das nossas autoridades políticas públicas mais eficientes, evitando epidemias, como a que estamos vivendo. Sabemos que a limpeza de casa é de responsabilidade do morador, mas ao mesmo tempo alertamos que é preciso realizar projetos eficientes, pois se houvesse prevenção, não estaríamos enfrentando esse problema”, explica.