Na manhã de ontem, o candidato sabatinado pelos jornalistas do Grupo JM de Comunicação e ouvintes da Rádio JM 730kHz foi o médico e ex-deputado estadual Fahim Sawan (PSDB). Além do “novo batalhão”, o candidato fala também do déficit de delegados na Polícia Civil, verificação de óbitos e de tráfico de drogas nas escolas.
Com relação a uma de suas propostas mais polêmicas, a de “trazer um novo batalhão da Polícia Militar para Uberaba”, o candidato esclarece: “Isso não quer dizer que vou construir um novo prédio. O batalhão significa ter um pelotão a mais. Temos direito a isso, pois, ainda como deputado estadual, cheguei a reivindicar esse batalhão, porque somos uma cidade de fronteira e temos esse direito”.
O candidato também frisou que tem conhecimento do déficit de 15 delegados na Regional de Uberaba e que vai trabalhar para mudar essa situação, como também se empenhar para implantar o “Olho Vivo” em Uberaba.
Já com relação à Guarda Municipal, Fahim Sawan disse que “vai melhorar os salários, treinar seus integrantes e criar a Guarda Escolar, para combater a questão das drogas nas escolas”. “Quero guardas em todas as escolas. Indiferente de ser municipal, estadual ou particular. É ali que está o bandido se infiltrando no meio dos alunos para assediá-los”, disse.
Ao ser questionado sobre a falta de um serviço de verificação de óbito por parte do município, para saber as principais causas de morte do uberabense, o candidato ressaltou que “Uberaba tem uma das maiores equipes de anatopatologistas do Brasil, de grande formação médica e de grande valor. Falta é estrutura para que façam seu trabalho! A verificação de óbito é importante porque ela vai determinar quais medidas preventivas vamos tomar para que aquilo não aconteça de novo, porém até agora nem o Instituto Médico Legal (IML) está pronto”.
E, para finalizar, o candidato Fahim Sawan disse que quer tratar pessoalmente da segurança: “Precisamos exigir do Estado que faça sua parte. Precisamos colocar o poder público nos locais perigosos. Quando o bandido se depara com o poder público nesses locais, ele acaba saindo”.