CIDADE

Falta de material desacelera asfaltamento em paralelepípedos

Moradores de vários pontos da cidade reclamam ter sido esquecidos no que diz respeito ao processo de recapeamento das ruas de paralelepípedos

Thassiana Macedo
Publicado em 11/12/2013 às 01:23Atualizado em 19/12/2022 às 09:52
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Moradores de vários pontos da cidade reclamam ter sido esquecidos no que diz respeito ao processo de recapeamento das ruas de paralelepípedos, iniciado em outubro deste ano. Na ocasião, o recapeamento foi feito na praça Dom Eduardo e avenida Alexandre Barbosa. No local foram aplicadas 624 toneladas de massa asfáltica, em uma área de 8.090,5m², com investimento de R$113.260. De lá para cá houve poucos avanços, mas o secretário de Infraestrutura, Roberto Indaiá, garante que a operação continua.

De acordo com o secretário, a programação de recapeamento conta com um total de 38 ruas de paralelepípedos na cidade, mas apenas quatro delas já estão prontas. Ele explica que faltou material para o serviço, o que obrigou a Prefeitura a reduzir o ritmo da operação. Entre as mais solicitadas estão a avenida Presidente Getúlio Vargas, que dá acesso à praça Comendador Quintino, as ruas José Bonifácio e Episcopal, entre outras. “Na rua Irmão Afonso, governos anteriores fizeram uma parte e outra não. Portanto, nós vamos completar também. Com o período de chuva, as ruas começaram a abrir buracos. O dinheiro que a Prefeitura vai gastar para tapar buraco eu já estou usando para recapear. Então estamos ficando mais na região com ruas piores”, frisa.

Indaiá ressalta que tem um compromisso de realizar o recapeamento mais durável na praça da Mojiana “Tanto que estou fazendo um produto com traço diferenciado para ficar mais resistente, em função do tracionamento que o pessoal, que ainda não sabe dirigir, imprime naquela via. Eles ficam girando a roda para lá e para cá, e o asfalto, se não estiver bem curado, começa a se deformar”, afirma. O secretário destaca ainda a rua Guarapuava, que é outra via que está em péssimas condições e precisa de reparo.

Roberto Indaiá esclarece que, mesmo assim, a programação continua em andamento. “Temos um trabalho começado na rua Doutor José Ferreira, que na primeira oportunidade vamos completar, porque senão vai acontecer como na rua Irmão Afonso. Lá a previsão é completar o recapeamento até a avenida Santos Dumont.

Tombadas. De todas as ruas compostas por paralelepípedos em Uberaba apenas três não poderão ser recapeadas por ser tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). São parte da rua Senador Pena, popularmente conhecida como Morro da Onça, no bairro Fabrício, parte da rua Raimundo Soares Azevedo, ao lado da igreja Santa Rita, no bairro Estados Unidos, e o entorno na praça Santa Teresinha.

O secretário afirma que, ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, nem todas as ruas de paralelepípedos absorvem mais água do que as asfaltadas. “Quando ele é novo, tudo bem, mas a rua com paralelepípedos com mais de 80 ou 100 anos vira o famoso quebra-pedra e vai obstruindo a via. Depois vêm as impurezas, que transformam a rua em uma plataforma, só que não absorve nada e também acaba provocando acidentes”, informa.

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