Cadeirante que trabalha em empresa localizada no Distrito Industrial 1 e depende do transporte agendado reclama
Cadeirante que trabalha em empresa localizada no Distrito Industrial 1 e depende do transporte agendado reclama da falta de apoio da Prefeitura.
Segundo Renato Crosara, há mais de 30 dias solicitou o agendamento na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Seds), mas até agora não foi atendido. “Na sexta-feira (15), minha mãe esteve na secretaria solicitando uma solução e foi atendida até com ironia”, conta Renato, afirmando que os funcionários a mandaram rezar e pedir a Deus para atender seu pedido. O funcionário lembra ter seus direitos garantidos na Constituição Federal e acredita que a Prefeitura não esteja dando conta de atender aos pedidos registrados na Seds.
Crosara conta que está gastando quase R$ 360 por mês com combustível para que seu pai possa levá-lo ao trabalho. Entretanto, segundo ele, seu pai não pode ficar à sua disposição e o pouco que ganha fica no transporte, uma vez que mora no Parque São Geraldo e tem que se deslocar até o DI-1. Renato Crosara, que é usuário do transporte para se deslocar à faculdade onde estuda, conta que foi obrigado a alterar o horário de entrada no trabalho para ser atendido, mas até agora nada.
Informação da Seds, por meio da Assessoria de Imprensa da Prefeitura, dá conta de que a solicitação de Renato está pendente por falta de veículos. Marcio Gennari explica que quatro vans atendem ao serviço agendado, mas uma delas apresentou problemas e apenas três estão fazendo atendimento. Ainda segundo o assessor, Renato mudou de emprego algumas vezes e em curto espaço de tempo, o que acaba prejudicando o atendimento. Garante que o agendamento para ele será feito, mas terá que aguardar entre 10 e 15 dias.