CIDADE

Família diz que UPA não consegue diagnosticar problema de paciente

De acordo com Nilma Alves, os médicos declararam vários diagnósticos e agora estão falando em hepatite, mas ela acredita que eles ainda não sabem o que é

Renata Mambrim
Publicado em 22/08/2012 às 00:16Atualizado em 19/12/2022 às 17:49
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Sônia Maria Spirandelli encontra-se na UPA São Benedito e sem um diagnóstico definitivo desde quinta-feira (16). De acordo com sua irmã, Nilma Alves, os médicos declararam vários diagnósticos neste período e agora estão falando em hepatite, mas ela acredita que ainda não sabem o que é, porque novos exames foram solicitados para a paciente e, entre eles, a família teve que pagar por uma ultrassonografia que não é fornecida pelo SUS. O exame de tomografia, também solicitado, foi feito pela UPA. Nilma também reclama que pede respostas, e quando dão, é de má vontade. Um funcionário a mandou falar com o prefeito, porque ele não podia mais ajudar. “Minha irmã está desde quinta-feira e emitiram uns quatro diagnósticos. Eu liguei na ouvidoria e eles a mudaram de enfermaria, indo para uma cama em vez de ficar na maca, junto com outras pessoas. Eles não descobrem o que ela tem e nem transferem para o Hospital Escola”, reclama Nilma.

A Secretaria Municipal de Saúde esclarece que a paciente Sônia deu entrada na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) São Benedito na sexta-feira (17), recebendo total acompanhamento da equipe médica e também realizando todos os exames necessários conforme o critério técnico. Devido ao resultado dos exames e da avaliação médica, foi realizado o diagnóstico de síndrome colestática e já na madrugada de sábado (18), à 0h37, ela foi inserida no sistema SUSFácil, com internação solicitada no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro. No entanto, a vaga ainda não foi liberada.

Desta forma, a equipe médica continua dando acompanhamento à paciente. Todos os dias foram realizados exames de rotina laboratoriais e nesta terça-feira (21) foi feita tomografia de abdômen, para avaliar a evolução do quadro clínico da paciente, enquanto aguarda a liberação da vaga no hospital. “É importante ressaltar que a medicina é complexa. Sendo assim, nem todas as situações são possíveis de um diagnóstico imediato. Existem casos que demandam um processo de análise clínica mais aprofundado, até mesmo para a segurança do paciente. Por isso, os familiares devem ter compreensão com o trabalho do profissional médico”, ressalta a nota encaminhada pela Secretaria.

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