Advogado de uberabense que teve armas apreendidas em operação da Polícia Federal nega ligação com crime organizado. Segundo Breno Facioli, em primeira mão à coluna Falando Sério do jornalista Wellington Cardoso, não há qualquer inquérito que apure tais acusações. A suposta ligação surgiu a partir de especulações.
Ainda de acordo com o advogado, as armas apreendidas pelos agentes federais estão regularizadas. O mandado de busca e apreensão foi cumprido pela Polícia Federal em 15 de julho. A operação, denominada Operação Ludíbrio, contou com a ação da Polícia Civil, Militar e Penal de Minas Gerais.
De acordo com os mandados, o suspeito em questão usou certificação falsa, junto ao Exército Brasileiro, para conseguir autorização de sete armas de fogo destinadas a caçadores, atiradores e colecionadores, sendo duas carabinas, um fuzil, duas pistolas, uma espingarda e um revólver.
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Também foi apreendido, na posse do investigado, um veículo de luxo Jaguar, registrado em nome de um possível laranja, sem capacidade financeira para aquisição de um bem desse valor.
Facioli alega que o homem compareceu espontaneamente à delegacia, quando o investigado forneceu à PF as senhas dos dois celulares de sua propriedade também apreendidos, adotando postura colaborativa com os policiais.