CIDADE

Grupo tenta evitar destruição de piscina no Colégio Tiradentes

Decisão do comando da Polícia Militar e da direção do Colégio Tiradentes de acabar com a piscina da instituição, sob a justificativa de custos com a manutenção, gerou indignação

Geórgia Santos
Publicado em 25/08/2013 às 14:00Atualizado em 19/12/2022 às 11:26
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Decisão do comando da Polícia Militar e da direção do Colégio Tiradentes de acabar com a piscina da instituição, sob a justificativa de custos com a manutenção, gerou indignação. No entanto, um grupo vai tentar reverter a decisão, apresentando ações que poderão ser desenvolvidas no local com o apoio da iniciativa privada. O encontro deverá ser agendado para esta semana.

A jornalista e mestre em Educação Celi Camargo é quem está encabeçando o grupo. Ela explicou que a principal intenção desta mobilização não é apenas resguardar um cenário que fez parte do passado de muitas pessoas, mas é preciso entender que o local serve para reduzir também a criminalidade. “Se a polícia desenvolver ali uma escola de natação, que atenda jovens carentes ou até mesmo da comunidade no entorno, estará dando oportunidade para que o jovem seja alguém no futuro e, indiretamente, combatendo a criminalidade, a violência, pois com isso estará tirando esse possível agente de risco das ruas”, explica.

Segundo a jornalista, se a situação de dificuldade financeira tivesse se tornado pública antes, o grupo teria se mobilizado para que o fechamento não acontecesse. Mesmo assim, Celi crê em uma solução. “É possível ter um projeto fazendo parcerias com instituições de ensino superior, temos duas faculdades de educação física que poderiam transformar aquele espaço em uma escola de natação”, explica Celi, ressaltando que a iniciativa privada vê com bons olhos ações em benefício da comunidade.

A mobilização sobre assunto está acontecendo através das redes sociais. De acordo com Celi Camargo, cerca de 50 pessoas já se manifestaram. Será formada uma comissão para realizar uma visita ao comando da PM e apresentar o projeto.

No início da semana, em entrevista ao Jornal da Manhã, o coordenador administrativo do Colégio Tiradentes, major Abimael Martins Leal, lamentou a falta de recursos para manutenção da piscina. Ele contou que o governo estadual não envia verba para este fim e os alunos não estavam mais utilizando o local. O coordenador administrativo demonstrou preocupação ainda com a limpeza do local e a ausência de um profissional salva-vidas para atender aos alunos em casos de acidentes.

Vale ressaltar que a piscina não pertencia ao Colégio Tiradentes. Ela foi construída para o Centro de Lazer do 4° Batalhão de Polícia Militar, que foi desativado há cerca de 10 anos.

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