CIDADE

Igreja reage à ação de falsários que pedem dinheiro em seu nome

Arquidiocese encaminhou comunicado alertando a todos que existe uma pessoa fazendo visitas em casas de fiéis pedindo dinheiro

Geórgia Santos
Publicado em 14/04/2012 às 20:37Atualizado em 19/12/2022 às 20:14
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Uberabenses devem ficar em alerta quanto a falsários que pedem dinheiro em nome de instituições e da Igreja Católica. Arquidiocese de Uberaba encaminhou comunicado alertando a todos que existe uma pessoa fazendo visitas em casas de fiéis pedindo dinheiro para vinda do Padre Robson a Uberaba e também para ajudar na restauração da imagem de Nossa Senhora da Aparecida e do Cristo Redentor, que foram incendiadas por vândalos.

Segundo o administrador apostólico da arquidiocese, Dom Aloísio Roque Opperman, várias pessoas entraram em contato com a Cúria Metropolitana, para questionar se está sendo desenvolvida campanha com o objetivo de arrecadar dinheiro para a visita do Pe. Robson, do Santuário de Trindade, a Uberaba e também para o restauro das duas imagens, recentemente danificadas por vândalos, sendo que uma delas já teve o trabalho concluído.

“O que se sabe é que a lábia do cavalheiro é boa e ele pede a quantia de R$ 45. Faço alerta às pessoas para que não entregue a quantia, pois não estamos fazendo campanha nenhuma como esta, e caso alguém bata à sua porta pedindo dinheiro por este motivo pode suspeitar, pois é um falsário. Entre em contato com a polícia e faça a denúncia”, explica Dom Roque.

No Instituto dos Cegos do Brasil Central situação semelhante está acontecendo. De acordo com a executiva de alianças estratégicas da instituição, Elen Neves, uma pessoa alegando ser do instituto está realizando visitas pedindo recursos, o que não é verdade. “Deixamos de realizar este tipo de trabalho com os nossos funcionários batendo de porta em porta em nome do instituto há bastante tempo, e agora as doações são feitas apenas por boletos ou pela conta de água”, explica.

“Percebemos que falsários estão usando o nome da instituição, quando, através do nosso telemarketing, ligamos para alguns associados, que disseram que pouco tempo atrás fizeram doações à pessoa que esteve em suas casas. Então, aí vai o alerta: não estamos realizando este tipo de trabalho, não doe, pois não são pessoas do grupo”, explica Elen, ressaltando que a instituição perde com a atitude, pois o associado que já repassou o dinheiro para uma pessoa que achava que era dela, não vai mais doar, pelo menos naquele mês.

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