CIDADE

IMA vai fiscalizar documentação de animais de cavalgadas a Romaria

Geórgia Santos
Publicado em 28/07/2012 às 00:48Atualizado em 19/12/2022 às 18:17
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Instituto Mineiro de Agropecuária alerta para cuidados com animais em cavalgadas a Romaria. Neste período do ano, várias pessoas participam de procissões, levadas pela devoção a Nossa Senhora da Abadia. Enquanto que alguns vão caminhando, outros vão a cavalo, entretanto, os cavaleiros devem estar em dia com documentação do animal, pois o IMA deve realizar fiscalizações neste período.

De acordo com o coordenador do IMA, Rony Adolfo Hein, independente do motivo pelo qual o animal está saindo do município de origem, se é uma cavalgada ou não, é preciso estar com os exames em mãos, atestado de mormo, conhecida como raiva nesta espécie de animal, anemia infecciosa e o atestado de vacinação da gripe equina. A partir disso é emitida a documentação do cavalo, a Guia de Trânsito Animal (GTA). “Esta obrigação está imposta na legislação, e quando sair do município, tem de ter essa documentação, independente do motivo”, explica Rony.

Os exames devem ser feitos por um médico veterinário e o GTA pode ser emitido pelo próprio profissional, caso seja habilitado, ou pode ser solicitado através do IMA. A guia somente pode ser reprovada caso os exames detectem alguma doença no animal.

Quanto à festa em Romaria, por ser um evento cadastrado junto ao IMA, a responsabilidade cabe ao IMA de Patrocínio, cuja fiscalização é feita assim que os animais chegam à cidade. Neste momento deve ser apresentada a documentação e, caso o cavaleiro não tenha, ou não esteja em dia, o animal pode ser apreendido. De acordo com Rony, este tipo de trabalho não é feito para penalizar a pessoa, e sim oferecer proteção aos animais em geral e às pessoas, pois no caso de mormo, a doença pode ser transmitida ao ser humano.

Por sua vez, o presidente do Sindicato Rural de Uberaba, Rivaldo Machado Borges, pede para que os produtores se preocupem com a vacinação do animal. “O principal cuidado é a vacinação, que contra o mormo é feita de maio a junho. E é importante que o produtor esteja em dia com vacinação, a única forma de evitar o surto da raiva”, afirma Rivaldo, lembrando que em Araguari, no Triângulo Mineiro, duas éguas com suspeita de ter a doença mormo foram sacrificadas.

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