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Início de obras do trevo do Maracanã devem ficar para 2027

Ecovias afirma que projeto executivo deve ser concluído em 2026, mas intervenção em Uberaba ainda depende de aprovação da ANTT, licenciamento ambiental e desapropriações

Débora Meira
Publicado em 07/04/2026 às 15:20Atualizado em 07/04/2026 às 15:20
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A reestruturação do trevo integra a revisão quinquenal do contrato de concessão, que permite a inclusão de novas obras ao longo do período (Foto/Reprodução)

O aguardado projeto de reestruturação do Trevo do Maracanã, em Uberaba, ainda deve levar alguns anos para sair do papel. Segundo a Ecovias Minas Goiás, concessionária responsável pelo trecho, o início das obras está previsto apenas a partir de 2027, após a conclusão de etapas técnicas e a aprovação de órgãos reguladores. 

Em entrevista ao programa Pingo do J, o gerente de engenharia da concessionária, Guilherme Sampaio, afirmou que o projeto ainda está em fase de elaboração. “A gente tem a expectativa de concluir o projeto executivo ainda em 2026”, disse. 

Depois disso, o material será encaminhado à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), responsável por aprovar tanto o projeto quanto o orçamento da obra. Só após essa validação será possível formalizar a inclusão da intervenção no contrato de concessão. “Depois vem todo um processo dentro da ANTT para aprovação do projeto, do orçamento, assinatura do termo aditivo e, aí sim, iniciar as intervenções em campo”, explica. 

Com isso, a previsão inicial é que as obras comecem em 2027, mas o cronograma pode sofrer alterações. “Essa obra não começa em 2027, pode ir para 2028, porque ainda temos licenciamento ambiental e desapropriações a serem superados”, pontua. 

A reestruturação do trevo integra a revisão quinquenal do contrato de concessão, que permite a inclusão de novas obras ao longo do período. Atualmente, a Ecovias trabalha com diferentes cenários para o projeto. “Hoje a gente tem três cenários sendo estudados internamente. A ideia é harmonizar as demandas da Prefeitura e da população”, afirma Sampaio. 

Entre as possibilidades em análise está a inclusão do viaduto da avenida Djalma Gomes, o que pode alterar tanto o custo quanto o prazo da obra. Segundo a concessionária, o investimento estimado, entre R$ 180 milhões e R$ 200 milhões, ainda será detalhado no projeto executivo. Após a aprovação, o valor será incorporado ao contrato de concessão. “Quando a obra é aprovada e incluída no contrato, esse valor passa a ser considerado na tarifa de pedágio”, disse. 

Enquanto o projeto definitivo não é executado, a Ecovias segue realizando intervenções pontuais no local. No próximo domingo, a concessionária fará uma operação de recomposição do pavimento no Trevo do Maracanã, como medida paliativa para melhorar as condições de tráfego.

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