Vereador Jorge Ferreira disse ontem que quem não deve não teme, ao comentar sobre a sindicância instaurada pela Comissão de Ètica na CMU
O vereador Jorge Ferreira disse ontem que quem não deve não teme, ao comentar sobre a sindicância instaurada na Câmara pela Comissão de Ética e Decoro Parlamentar para apurar a denúncia de assédio sexual contra uma jovem de 17 anos. “Estou à disposição para os esclarecimentos. A comissão tem que fazer o seu papel”, afirmou Jorge, que voltou a negar que tivesse assediado a garota no fim de semana e mesmo há dois anos.
Ele alega sequer saber o nome dela, mas admite que conhece seu pai, o comerciante J.S.F. Jorge também nega que tenha feito qualquer telefonema para a jovem e diz que está disposto a quebrar o sigilo do seu telefone para provar que não falou com ela. Nesse sentido ele rechaça a acusação de que os dois sentaram-se lado a lado na escola do bairro Gameleiras, onde participava de uma homenagem às mães, quando lhe teria dado o número do celular.
Questionado se considera estar sendo vítima de uma perseguição, o vereador observou que apesar de estar sendo acusado de algo que não fez, não pode fazer o mesmo sem ter certeza. Ele, porém, sinaliza que se ficar provada a sua inocência, irá à Justiça, “que existe para os dois lados”. Politicamente o vereador admite que o caso atrapalha sua reeleição para a Câmara, mas reitera que está à disposição para os esclarecimentos necessários.